Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Os festivais operários no Rio de Janeiro pelo informativo Emecê.

A expressão “memória é luta!” cabe muito bem para a proposta do Núcleo de Pesquisa Marques da Costa, situado no Rio de Janeiro.  Por meio do informativo Emecê, o NPMC realiza um importante trabalho da memória do anarquismo. A pesquisa é possível encontrar no site (aqui) e nos informativos disponibilizados para consulta virtual (aqui).


A edição de agosto de 2009 apresenta um texto sobre os festivais de arte operária nas primeiras décadas do século XX. Segundo o Emecê, os festivais realizaram ações de grande importância por meio do teatro, da música e diferentes manifestações artísticas com objetivo de formação duas gerações de militantes anarquistas e do sindicalismo revolucionário.



Clique aqui e leia o artigo completo Arte e consciência: os festivais operários no Rio de Janeiro”. 

sábado, 1 de agosto de 2015

Depois de Nina

"Escolhi refletir o tempo e as situações em que me encontro. Para mim, isso é o meu dever, e neste momento crucial de nossas vidas, quando tudo é tão desesperador, quando tenta apenas sobreviver cada dia, não tem como não se envolver. Jovens brancos e negros sabem disso, e é por isso que estão tão envolvidos com a política. Vamos modelar e dar forma a este país ou ele não será nem modelado nem receberá forma alguma.  Não se tem escolha... Como ser artista e não refletir a época?"

Nina Simone. 


sábado, 7 de março de 2015

Dossiê: 8 de março.

O dia 8 de março é uma data marcada pela luta dos direitos das mulheres. Considerando as datas históricas são importantes para refletir sobre vida em sociedade marcada por opressões, tomei a iniciativa de selecionar material sobre as histórias e as lutas das mulheres contra o Estado, o capitalismo e o patriarcado. O material reunido foi selecionado nas páginas de vários/as companheiras/as de luta e estudo. O dossiê não tem objetivo esgotar o assunto ou dar a linha, mas é claro que a seleção parte da minha visão e formação social, cultural e política. 

Em 2015, as redes sociais e os meios de comunicação independentes divulgaram o papel das  mulheres na luta do povo curdo contra o ISIS (Estado Islâmico), que também apresenta uma nova maneira de pensar e fazer a viver em sociedade. O primeiro artigo é “A revolução dentro da revolução e o protagonismo feminino no Curdistão (leia aqui) e o segundo artigo aborda o 8 de março das mulheres curdas (leia aqui).

Deixo uma menção à companheira anarquista, professora e assassinada pela ditadura no Uruguai Elena Quinteros. É a música de Daniel Viglietti dedicada Elena Quinteros:



Em Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo realiza uma perseguição a uma companheira sindicalista ligada ao SINTE. As mulheres em luta insistem gritar contras as opressões. Deixo à nota pública de solidariedade a companheira sindicalista Viviane. (Leia aqui).

As mulheres que buscam uma organização para atuar no campo feminista em Joinville/SC, eu sugiro fazer contato com o Coletivo Feminista Mulher na Madrugada. Segundo consta, elas estão retomando o trabalho no corrente ano. (Visite aqui). 

O professor de história Anderson Corrêa publicou um resumo sobre a história do 8 de março. O texto é possível ler na página do facebook do autor. (Leia aqui).

Em 2007, tomei conhecimento da personagem Tina Modotti. Na ocasião da leitura da história em quadrinhos escrita por Ángel de la Calle, publiquei uma breve resenha do livro. (Leia aqui). 

Em outubro de 2014, o grupo irlandês WSI (Workers Solidarity Movement) publicou o texto Anarquismo, Opressões e Exploração com objetivo da promoção do debate no meio do movimento anarquista. O companheiro JG traduziu e publicou no seu blog Muito Além do Céu. (Leia aqui). 

Não posso deixar de fechar a postagem sem mencionar a Dona Irma, minha companheira de atuação no Centro dos Direitos Humanos Maria da Graça Bráz.O perfil foi escrito pela jornalista Emanoele Girardi. (Leia aqui).